Holanda e França retiram ouro dos EUA e reacendem debate sobre reservas estratégicas

Holanda levou cerca de 86 toneladas para Londres e França retirou sua reserva remanescente do Fed de Nova York.

Holanda transferiu cerca de 86 toneladas para Londres e França retirou sua reserva remanescente do Fed de Nova York.

Bancos centrais europeus estão revendo onde mantêm parte de suas reservas de ouro. A Holanda transferiu cerca de 86 toneladas de Nova York para Londres, enquanto a França retirou sua reserva remanescente do Federal Reserve de Nova York entre julho de 2025 e janeiro de 2026.

Objetivo é aumentar resiliência

O banco central holandês afirmou que distribuir reservas entre diferentes jurisdições aumenta a preparação para crises. A escolha de Londres mantém o metal em um dos mercados mais líquidos do mundo.

Políticos da Alemanha e da Itália também passaram a defender maior repatriação do ouro. Especialistas consideram remoto o risco de apreensão direta, mas citam sanções, disputas legais e tensões geopolíticas como motivos para diversificar custódia.

Bancos centrais compram mais ouro

O metal ganhou espaço nas reservas internacionais desde a crise financeira de 2008, reforçando seu papel como ativo de proteção.

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