Campanha de Flávio intensifica ataque à economia e aumenta pressão sobre Lula

PL amplia críticas sobre custo de vida e endividamento enquanto equipe de Lula tenta reduzir incerteza entre empresários e investidores.

Campanha de Flávio Bolsonaro amplia críticas sobre custo de vida e endividamento, enquanto equipe de Lula tenta reduzir incerteza entre empresários e investidores.

A economia ganhou peso maior na estratégia de Flávio Bolsonaro. O candidato do PL passou a usar supermercados, lojas fechadas e relatos sobre endividamento para associar o governo Lula à pressão sobre o orçamento das famílias e das empresas.

Casos empresariais entram no discurso

A campanha cita recuperações judiciais e negociações de dívidas no varejo e no setor de alimentação para sustentar sua narrativa. Esses episódios, porém, não permitem concluir isoladamente que toda a economia esteja em crise, porque cada empresa tem fatores próprios de dívida, gestão e mercado.

PT tenta acalmar o mercado

Do lado governista, Lula tem ampliado interlocução com empresários e representantes do mercado financeiro, especialmente sobre política fiscal e previsibilidade econômica.

A disputa transforma indicadores econômicos em argumentos eleitorais: Flávio enfatiza custo de vida e endividamento; Lula tenta destacar renda, emprego e consumo.

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