O estado de São Paulo contabiliza 58.683 casos confirmados de dengue e 42 mortes desde o início de 2026, de acordo com balanço divulgado pela VEJA nesta segunda-feira (7). Outros 30 óbitos ainda estavam em investigação no levantamento citado pela reportagem.
O total de casos é significativamente menor do que o registrado no mesmo período de 2025. A redução, porém, não elimina o risco de novas infecções, especialmente em períodos de chuva e temperaturas favoráveis à reprodução do mosquito Aedes aegypti.
Prevenção continua necessária
A dengue é transmitida principalmente pela picada de mosquitos infectados. A principal medida de controle é impedir a formação de criadouros, eliminando água acumulada e mantendo reservatórios devidamente vedados.
O Ministério da Saúde também recomenda proteção contra picadas, especialmente em áreas de transmissão. Ações comunitárias e visitas de agentes de saúde complementam os cuidados realizados dentro das residências.
Quando procurar atendimento?
Febre de início repentino, dores no corpo, dor de cabeça e mal-estar podem estar associados à dengue. A orientação é procurar um serviço de saúde para avaliação, sem recorrer à automedicação.
É importante observar sinais de agravamento, como dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramentos, tontura ou dificuldade para respirar. Nesses casos, a pessoa deve buscar atendimento imediatamente. O cuidado não deve ser interrompido apenas porque a febre diminuiu, pois a fase crítica pode ocorrer depois da melhora inicial.
Os números epidemiológicos podem ser revisados à medida que notificações são investigadas e novos casos são confirmados. Esta matéria utiliza o balanço divulgado em 7 de setembro de 2026.
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