O Grupo Protege investiu R$ 2,7 milhões em um projeto de cibersegurança para proteger sua operação, segundo reportagem da VEJA publicada nesta segunda-feira (7). A companhia, conhecida pelo transporte de valores, mantém atividades contínuas e reúne mais de 12 mil funcionários.
A iniciativa reflete a importância crescente da proteção de sistemas e informações para empresas que dependem de tecnologia para prestar serviços essenciais.
Projeto adota controles de acesso mais rigorosos
De acordo com a reportagem, a implantação ocorre em parceria com a AK Networks e utiliza tecnologia da Zscaler. A arquitetura adotada segue o conceito de zero trust, no qual o acesso a recursos digitais depende de verificações contínuas de identidade, dispositivo e autorização.
A empresa também informou que a substituição de tecnologias anteriores permitiu reduzir parte dos custos com licenças.
Segurança digital passou a integrar a continuidade dos negócios
Para organizações que operam sistemas financeiros, logísticos ou de atendimento, uma interrupção digital pode afetar processos mesmo quando a infraestrutura física permanece disponível. Por isso, a proteção precisa abranger pessoas, sistemas, fornecedores e planos de resposta a incidentes.
O investimento anunciado pela Protege é um exemplo dessa mudança de prioridade. O valor destinado ao projeto não representa, por si só, uma garantia contra ataques, mas demonstra a ampliação dos recursos voltados à prevenção e à continuidade operacional.
Os resultados econômicos e de segurança do projeto dependerão de sua implementação, do monitoramento contínuo e das avaliações internas da companhia.
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