Uma nova rodada da AtlasIntel mostra uma disputa apertada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Flávio aparece com 46,4% e Lula com 46,2%, diferença de 0,2 ponto percentual e, portanto, dentro da margem de erro de um ponto.
Lula mantém vantagem no primeiro turno
O levantamento ouviu 5.000 eleitores em todo o país entre 4 e 9 de setembro. A margem de erro informada é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01452/2026.
No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 43%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,4%. Augusto Cury (Avante) registra 6,6% e Renan Santos (Missão), 6,5%. Romeu Zema (Novo) tem 2,1%, e Ronaldo Caiado (PSD), 1,1%.
O resultado acrescenta uma nova fotografia a uma sequência de pesquisas recentes. O HD Fato já mostrou o empate técnico apontado pela BTG/Nexus e também acompanhou levantamento da Meio/Ideia sobre o mesmo confronto. Como os institutos usam metodologias e amostras próprias, não é correto interpretar diferenças entre pesquisas distintas como crescimento ou queda automática de um candidato.
Flávio aparece 0,2 ponto à frente no segundo turno
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio, o senador registra 46,4% e o presidente, 46,2%. Brancos, nulos e entrevistados que não souberam responder somam 7,4%.
A AtlasIntel também testou outros adversários contra Lula. Romeu Zema aparece com 46,2%, ante 46% do presidente, outra diferença dentro da margem de erro. Ronaldo Caiado e Lula marcam 45,7% cada. Contra Augusto Cury, Lula tem 43,8% e o candidato do Avante, 41,1%.
Rejeição de Lula é a maior entre os nomes testados
A pesquisa também mediu rejeição. Lula aparece com 52,5% entre os entrevistados que dizem não votar nele, enquanto Flávio registra 49,6%. A desaprovação ao governo foi de 53,8%, e 43,7% disseram aprovar a gestão.
Os dados representam a opinião dos entrevistados no período de coleta e podem mudar até a votação. Novas pesquisas devem ser comparadas, de preferência, com rodadas anteriores do mesmo instituto.


